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terça-feira, 20 de março de 2012

#118

Ontem foi o dia do pai em Portugal, por isso escrevi ao meu esta "carta".

Pai,
Hoje foi o teu dia, apesar de não te ter dado/comprado nenhuma prenda, quero que saibas que eu te adoro e que és muito importante para mim.
Sim, já não sou a menina que contavas/lias as histórias para adormecer, ainda me lembro, tu dizias-me "Está na hora da história para dormir.", o meu conto preferido era o do 'Robin dos Busques', lembro-me quando andava as tuas cavalitas.
Adoro quando tens tempo para as nossas parvoíces e conversas, ganho do dia (é assim a expressão certo?), pões-me um sorriso na cara, mas também por ti esse sorriso desaparece quando eu sei que fiz algo de errado ou alguma asneira, até simplesmente quando me dizes que temos de falar, aí fico nervosa e ganho arrepios de pensar no que fiz para te desiludir.
No fim de contas tu até sabes que te adoro, não! eu amo-te, tu no fundo sabes apesar de eu nunca te dizer.
Sabes...tenho uma coisa para te contar, infelizmente cresci, e comigo cresceu o meu corpo, a minha mentalidade, tudo, toda eu cresci, apesar das minhas parvoíces diárias que faço para te lembrar que ainda sou pequena, ou pelo menos quero voltar a ser, eu cresci.
Isto todo porque, sou a tua menina e a menina mais pequena cá de casa, a respondona, a teimosa, a que tem a mania que sabe todo e querida.
Obrigada por me aturares quando estou excitada ou de mal humor e obrigada por me fazeres sorrir, pois porque quando estou mais em baixo ou deprimida, penso em ti e na minha "filosofia de vida", mas é por ti que continuo a sorrir, és tu que me dás força para continuar, porque sei que ficas triste por me veres assim.

E ESPECIALMENTE OBRIGADA POR EXISTIRES.

Deixo-te esta carta com amor, beijos:)

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terça-feira, 17 de maio de 2011

#30

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Hoje a tarde vi uma "cena" que contada ninguém acredita, enquanto estava na sala ouvi uns gritos de duas crianças bem fofas que tinham por volta 6/7 anos, que se encontravam no campo, uma delas, a rapariga, estava a fazer uma birra, e o rapaz bem querido pergunta com uma voz ainda mais querida "o que tens?", ela não respondeu, ele desistiu e foi a correr para o outro lado do campo, porem voltou para ver se a animava foi ter com ela e beijou-a na boca depois vieram até metade do campo de mãos dadas, ai ela largou-o e voltou para onde estava e la foi ele de volta, atrás dela. (ai parei de lhes prestar atenção a minha aula de dança começara) acho que a educadora deles chamou-os.